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Empresa | Onde começa o sucesso de sua empresa

Montar um negócio próprio não é tarefa fácil. Mantê-lo sobrevivente e competitivo é mais complicado ainda, principalmente nos dias de hoje. A convivência com a dinâmica das mudanças nem sempre é pacífica. Para enfrentar esse desafio é preciso planejamento, informação, muita persistência, coragem e um efetivo controle para acompanhar o desempenho dos indicadores e seus resultados.

A capacidade de adaptar-se a esse novo cenário é condição fundamental para assegurar, no mínimo, a continuidade no jogo do mercado. Essa condição é válida para micro, pequena, média e grande empresa, independente do segmento de atuação. Não há mais espaço para acomodação e amadorismo. O mercado é severo e não costuma presentear com uma segunda chance.

O segredo para seguir adiante nesse caminho, libertando-se da antiga forma de ver as coisas como elas são para buscar novas formas de compreender os negócios, está concentrado nas pessoas. Elas representam o capital mais valioso da empresa.

As empresas precisam contar com gente esforçada, disposta a aprender e enfrentar desafios, a trabalhar em equipe, com senso crítico, organização, iniciativa, flexibilidade, facilidade de relacionamento, honestidade, solidariedade e autoconfiança. É o conjunto da força humana, com todas essas características, habilidades e competências, que faz as coisas funcionarem e acontecerem.

A gestão de qualquer negócio precisa ser participativa para despertar o envolvimento nas pessoas e o comprometimento em suas atividades, propagando em todos a idéia do “estamos juntos nisso”.  A comunicação deve ser clara, transparente e objetiva.  A delegação precisa ser feita sem medo, concedendo-se um apoio especial  e um acompanhamento à execução dos trabalhos. Uma melhor capacitação profissional é inquestionável. Articulando esses elementos, as empresas vão descobrir e saber trabalhar com as dificuldades, o pensamento e a visão de seus funcionários para obter o melhor desempenho em suas atividades.

É preciso saber ouvir, respeitar as opiniões, aceitar as sugestões e as idéias dos funcionários, mesmo que, à primeira vista, elas pareçam não ser adequadas para o momento. Quem mais ganha com isso tudo é a própria empresa. Os funcionários sentem-se valorizados, reconhecidos e motivados quando é conferida atenção a uma sugestão própria, principalmente quando ela é implementada e gera resultados. Todos sentem-se responsáveis por aquilo que ajudaram a construir.

Além disto, as empresas precisam adotar medidas para melhorar a qualidade de vida de seus colaboradores, com o objetivo de proporcionar-lhes o desenvolvimento pessoal e profissional. O investimento deve superar as ações de costume. Tudo  precisa ser feito para assegurar a motivação e uma boa auto-estima. O ambiente de trabalho precisa ser saudável, para que as ações do dia a dia sejam produtivas.

As empresas têm pessoas com experiências e histórias profissionais diferentes. Cabe a elas aproveitar essa contribuição, as competências e habilidades profissionais de cada uma e integrá-las ao todo, com envolvimento e eficácia grupal, para criar vantagens competitivas próprias, de difícil imitação pelos concorrentes.

Para ter uma equipe de funcionários e uma estrutura organizacional afim, é preciso haver critérios de recrutamento e seleção bem definidos na contratação de pessoas  para trabalhar na empresa. Todos os cuidados devem ser bem calculados para não escolher o profissional errado. O trabalho deve ser executado dentro de um planejamento bem definido. Uma contratação errada causa prejuízos para a equipe de trabalho, para a empresa e para quem foi  contratado.

Deve-se procurar escolher não apenas o melhor dos candidatos, mas aquele que tem o perfil que se encaixa às necessidades da empresa. O casamento entre a filosofia da empresa, seus valores e estilo de gestão com os interesses e perspectivas do candidato também deve ser muito bem ponderado. O objetivo é evitar uma incompatibilidade futura de trabalho e eventuais frustrações pelas partes.

Na condução desse processo não há espaço para chefes, com seus métodos tradicionais de trabalho de somente ficar dando ordens.  As empresas que desejam orientar o foco das ações a seu pessoal precisam de um líder. A estrutura tradicional do poder autoritário não encontra espaço nos tempos atuais.

No comando de uma empresa, o líder deve atuar como facilitador, um agente que mobiliza e faz as coisas acontecerem. Ele deve servir como referência e demonstrar interesse não só pelo trabalho, mas também pelas pessoas, sempre com imparcialidade no tratamento. O poder do líder precisa ser compartilhado. Suas atitudes necessitam ter credibilidade, estar respaldadas por uma boa conduta e transmitir confiança, respeito, entusiasmo, motivação e coragem para orientar todos a seguirem a visão empreendedora do negócio e trabalharem, conscientes, para o sucesso da empresa, compreendendo que a satisfação do cliente é uma conseqüência direta e primária da satisfação dos funcionários.

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